Castelões Dezembro 12, 2008
Posted by Renata do Amaral in Brás.Tags: Pizzaria
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A despedida do meu curso foi nessa pizzaria supertradicional, fundada em 1929. O lugar é muito legal, mas a pizza estava longe de figurar entre as melhores que já provei. A borda alta terminou ficando meio crua e não achei a massa tão gostosa. Acho engraçado porque em São Paulo há pizzas sem queijo, como a de calabresa, só com lingüiça e cebola picadas por cima.
Para completar, o garçom não entendia nada do que a gente falava. Era algo do tipo ele ouvir “pizza napolitana” quando a gente pedia “suco de uva”! O pior foram as baratas que encontramos no caminho do banheiro, que fica fora da casa. Eca! Será que devo abrir uma tag para elas, depois daqui e do trauma do Empanadas? Ah, o pudim de leite da sobremesa estava ótimo.
Endereço: Rua Jairo Góis, 126, Brás
[ Foto: Seu Restaurante ]
Gombe Dezembro 9, 2008
Posted by Renata do Amaral in Liberdade.Tags: Japonês
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A idéia inicial era ir ao Aska Lamen, por sugestão direta de Vanessa e indireta de Neide Rigo, cujo blog adoro. Só que Chico tinha combinado com uns amigos de ir ao Gombe, então eu e Bruna fomos junto.
O forte do local são as robatas, mas como eu estava com desejo de lamen, pedi um com peixe prensado, espinafre, ovo e porco (R$ 14). Muito bom. O resto do povo foi no teishoku, uma refeição completa com vários itens do cardápio.
Endereço: Rua Tomás Gonzaga, 22, Liberdade
[ Foto: Seu Restaurante ]
Ici Bistrô Dezembro 8, 2008
Posted by Renata do Amaral in Higienópolis.Tags: Francês
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Minha ida ao Ici Bistrô foi um tanto traumática. Não pelo lugar em si, mas porque levei um superbolo de um entrevistado que eu queria muito conhecer. Cheguei às 13h em ponto e só decidi começar a comer lá pras 14h20. Só que a essa altura já estava totalmente sem clima, obviamente. Tanto que só pedi uma saladinha.
O couvert (R$ 8,90), que ficou todo esse tempo me esperando na mesa, era simples, com pães (ótimos), manteiga (hum, já é suficiente), pasta de berinjela (dona Helena faz melhor) e bolinhas de queijo de cabra (eu gosto). Meu prato foi uma salada de rúcula, agrião e pato (R$ 25), com minha ave favorita bem crocante e desfiada, mas um pouco carregada na gordura.
Pedi a sobremesa do dia: eclair de banana caramelada ao rum, sorvete amargo Magnum, chantilly e praliné de amêndoas (R$ 16). A descrição é bem mais saborosa que o resultado, meio sem graça. E meu humor não estava dos melhores. Nem fiquei irada, mas mais com pena de perder uma conversa que acho que seria ótima.
Endereço: Rua Pará, 36, Higienópolis
[ Foto: Divulgação ]
Sobaria Dezembro 7, 2008
Posted by Renata do Amaral in Vila Mariana.Tags: Brasileiro
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Não, não escrevi errado nem é uma casa de sopas, mas de sobás, daí o nome! A Sobaria é uma casa muito interessante especializada em cozinha do Mato Grosso do Sul. Interessante porque lá você come uma sopa paraguaia (R$ 14) sólida (!!!) e experimenta um gostoso sobá, uma espécie de macarrão oriental trazida ao estado pelos japoneses (!!!).
O meu foi de lombo de porco – a porção pequena sai por R$ 16 e serve bem uma pessoa. Além da carne e da massa, vem com omelete e vegetais. Para completar, suco de melancia com gengibre (R$ 4). Com tanta informação, acho melhor deixar a palavra para o cardápio deles mesmo. Vivendo e aprendendo! Vale a visita.

Endereço: Rua Áurea, 343, Vila Mariana
[ Fotos: Divulgação ]
Alaska Dezembro 7, 2008
Posted by Renata do Amaral in Paraíso.Tags: Sorveteria
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Fui ao Alaska sem saber que era a sorveteria mais antiga da cidade – segundo a Vejinha de 2005, ela existe desde 1910, que nem meu avô Deoclécio! Os sabores são bem comuns, na linha chocolate e flocos, com leve exceção dos dois que eu pedi: damasco com pedaços e misk (R$ 5). O primeiro vem pedaçudo – cuidado para não doer o dente ao morder os pedaços! – e o segundo é bem perfumado e diferente. Achei engraçado que eles colocam uma casquinha daquelas ruins embaixo da outra, de biscoito, para o cliente não se melecar tanto.
Endereço: Rua Doutor Rafael de Barros, 70, Paraíso
[ Foto: Brasil Sabor ]
Lua Palace Dezembro 6, 2008
Posted by Renata do Amaral in Aclimação.Tags: Coreano
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Há tempos queria ir a esse restaurante coreano, que além do mais fica na minha rua! Basta sentar para começar a chegar à mesa um couvert gigante, com cumbuquinhas que podem conter broto de feijão, amendoim temperado, conserva de acelga apimentada ou tofu. Tudo cortesia da casa.
O prato principal foi o kim tchi jon gol (R$ 45), uma caldeirada picante de acelga e carne de porco com macarrão transparente que dá para bastante gente. Todas as mesas têm um fogão no centro para manter a comida quentinha. De sobremesa, melancia para ajudar a aplacar o fogo do prato!
Endereço: Avenida Armando Ferrentini, 182, Aclimação
[ Foto: Marcelo Katsuki ]
Reserva Cultural Dezembro 3, 2008
Posted by Renata do Amaral in Bela Vista.Tags: Café, Padaria
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O restaurante do cinema Reserva Cultural tem um visual bem interessante: fica abaixo do nível da rua e dá para ficar observando o corre-corre da Avenida Paulista (que nem um dos meus japoneses favoritos do Recife, o Soho). Ao lado dele fica a boulangerie Pain de France, um café simpático, porém caro de doer.
Como falei no Sobre, minha idéia aqui não é fazer crítica gastronômica nem avaliar o local, mas contar sobre minhas experiências. Digo isso porque sentei no restaurante, mas pedi opções do café – o que rendeu cara feia do garçom, apesar de a minha amiga Natália ter se esbaldado em sashimis e quiches. E não dá para avaliar de fato um local comendo só isso, né?
Pior que isso foi o decepcionante pain de chocolate (sic) (R$ 4). Tenho uma queda por massas boas de verdade e não foi bem isso que encontrei: a massa estava grudente e o chocolate era escasso – o pobre foi todinho para a lateral do pão e o meio ficou seco, seco! Um ponto interessante foi servirem chá com leite (R$ 3), algo meio raro de se encontrar fora da terra da rainha.
Endereço: Avenida Paulista, 900, Bela Vista
[ Foto: Divulgação ]
Chibina Novembro 30, 2008
Posted by Renata do Amaral in Liberdade.Tags: Chinês
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Domingo é dia de Liberdade. Seguimos a dica de Vanessa, que é da área, e fomos – nós duas, Chico, Natália e Ana Maria – para o Chibina. É bom ver como a cozinha chinesa é mesmo desconhecida para a gente – bom porque há tanto a descobrir!
Até publiquei um texto sobre cozinha chinesa este ano, mas baseada em pesquisa bibliográfica, por motivos óbvios. No Brasil, chinês é sinônimo somente de yakissoba, frango xadrez e rolinho primavera. Tudo gostoso, mas gorduroso e repetitivo.
Vanessa tinha feito a maior propaganda de como o lugar era legal e a comida, leve e diferente do que a gente estava acostumado a comer.
E ela não poderia estar mais certa. Pedimos massa branca com frutos do mar (R$ 9), lula com missô (R$ 12), pescada frita com gengibre (R$ 12), pato cozido (R$ 10) e risoto chop suey (R$ 8). O preço não está errado: deu R$ 60 para cinco pessoas. E acho que ela ainda errou na conta!
Não tínhamos nem como avisar, porque a dona não falava português. O cardápio era bilíngüe, mas era mais garantido pedir pelo número para não haver confusão. Pedir explicações sobre os pratos, claro, estava fora de cogitação.
Nem precisava: bastava sentir. A massa branca larga, talvez feita de arroz, era superleve. A lula chamou a atenção, além de pelo sabor, também pelo formato – em vez dos tradicionais anéis, era cortada ao comprido, mas não em tiras (eu realmente precisava de uma foto disso para explicar). Parecia um pouco uma flor. Apimentada, vinha com pimentão, salsão e… Carne moída! Causa estranheza para nós a mistura de mar e terra, mas funciona. A pescada frita também era ótima e vinha com fatias superfinas de carne. O pato, pelo qual tenho uma quedinha especial, estava uma delícia, mas bem trabalhoso: algumas partes tinham mais osso do que carne. Para beber, chá verde.
Algo que me impressionou foi a quantidade de opções do cardápio para uma casa tão pequena: além do número já grande de pratos que pedimos, havia mais dezenas de opções. A comida chegou à mesa rapidinho. O único senão é que o local pode ser levemente concorrido, ou seja, a dona pode não falar português, mas sabe gesticular para você ir embora!
O Chibina é tão simples que nem está no Google, mas juro que ele existe. Não sei se dá mais vontade de voltar ou de não voltar e procurar outros lugarezinhos como esse pelas redondezas!
Depois do verdadeiro banquete, ainda sobrou espaço para um pão chinês no vapor com recheio de feijão (R$ 4,30) na Itiriki. A massa parece crua quando você olha, mas é apenas macia na boca. Já o recheio de anko é velho conhecido das aulas de gastronomia.
Endereço: Avenida Galvão Bueno, 603, Liberdade
[ Foto meramente ilustrativa ]
Bier Bier Novembro 29, 2008
Posted by Renata do Amaral in Pinheiros.Tags: Alemão
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Depois de ver a belíssima peça “Arrufos“, fui com James e alguns amigos dele comer no Bier Bier. Pedimos um misto de salsicha (Viena, Debreziner, Pingüim, Bratwurst) com salada de batata. Sempre bons esses embutidos que fazem muito mal e que a gente nem sabe do que são feitos (ou finge não saber)!
Essa que começa com D era amarela, diferente e bem temperada. Para acompanhar, além da tradicional mostarda, algumas variações de molho de raiz-forte. O ardido não faz bonito só na cozinha japonesa!
Endereço: Avenida Sumaré, 1.293, Perdizes
[ Foto meramente ilustrativa ]
Com algum esforço, consegui arrastar Chico e Natália para fora do centro expandido (hahaha!) para ir ao
Para beber, fomos de cerveja clara weiss 