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Tollocos outubro 30, 2008

Posted by Renata do Amaral in Consolação.
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tollocosCom nome infame, o Tollocos é um fast-food mexicano na Rua Augusta, ou seja, ele sempre está no meio do meu caminho pelos cinemas da vida. Pena que achei a comida bem fraquinha – poderia ser uma opção diferente e rápida para antes ou depois do filme.

Provei o burrito Carnita Guapa, de tamanho médio (R$ 6,50), com carne moída, cebolas caramelizadas, guacamole e pimentão. A descrição é apetitosa, mas o resultado era muito sem graça. Os nachos (R$ 6,50) estavam muito oleosos e o sour cream também não tinha gosto.

Ainda nos mexicanos, quero ir ao Exquisito lá perto, acho que vou ser mais feliz por lá.

Endereço: Rua Augusta, 1.524, Consolação

[ Foto: Divulgação ]

Latife outubro 21, 2008

Posted by Renata do Amaral in Consolação.
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latife

No Shopping Frei Caneca, jantei no Latife, um quilo árabe bem legal (na faixa dos R$ 30 o quilo). Além dos tradicionais quibes, pastinhas e enrolados, ele tem alguns diferenciais interessantes, como a esfiha fechada integral de escarola e o happy roll – com nome de lanche da McDonald’s, ele é um sanduíche no pão-folha com carne, salada e pasta à escolha.

Endereço: Rua Frei Caneca, 569, Consolação

[ Foto: Divulgação ]

Amor aos Pedaços outubro 21, 2008

Posted by Renata do Amaral in Consolação.
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amorEsperando para ver um filme no Shopping Frei Caneca, fui comer um pedaço de torta de bem-casado na doçaria Amor aos Pedaços. A massa estava boa, mas senti um pouco de gosto de queijo no recheio, meio estranho! Prefiro a versão do Santa Papa.

Endereço: Rua Frei Caneca, 569, Consolação

[ Foto: Divulgação ]

Gopala Hari outubro 18, 2008

Posted by Renata do Amaral in Consolação.
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Esqueci de contar, quando falei sobre o Gopala Madhava, que ele é metade do antigo Gopala Prasada, que se partiu em dois, ocupando duas casas na mesma rua. A outra metade é o Gopala Hari.

São praticamente iguais. Aqui também o serviço é em menu completo, por R$ 20 no sábado. Meu prato foi saladinha, lasanha de alcachofra e sobremesa de banana. Uma delícia o suco de limão com xarope de rosas. Bom é que, se um estiver lotado, basta andar alguns passos para chegar ao outro. :)

O nome das casas só me lembra do Kula Shaker. E o local me dá uma saudade danada da yoga.

Endereço: Rua Antônio Carlos, 429, Consolação

v.café outubro 17, 2008

Posted by Renata do Amaral in Cerqueira César.
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vcafeNão sei que sina é essa da Livraria Cultura, uma loja tão legal, ter uns cafés tão mais ou menos. Lá no Recife, há um quiosque da Santo Grão com bom café e péssimo atendimento, tanto que parei de ir lá. Aqui em São Paulo, há um v.café, braço cafeinado da rede Viena.

Sei que é preciso dar um desconto: o local estava lotado porque era a abertura da 32ª Mostra Internacional de Cinema e a central para compra de ingressos ficava no Conjunto Nacional. A irritação de esperar um bocado para sentar pode até ter contribuído, mas o fato é que a comida estava muito sem graça.

O lugar é bem charmoso, com poltronas confortáveis e mesinhas pequenas, que deixam as pessoas próximas para conversar. Só que eu tenho sérios problemas com o sistema self-service (herança do irmão bufê?), do tipo “vá para a fila e peça um belo sanduíche de rosbife, tentando esquecer que ele está embalado com Rolopac”. Fica difícil, né?

Pedi uma saltenha, espécie de versão boliviana da empanada (R$ 3,70), que estava legal. A decepção veio com a coxa-creme (R$ 3,90), como se chama aqui a coxinha de galinha com a coxa inteira no osso. Magrinha e triste, não chega nem aos pés daquela do Boteco. E o café expresso nem deu para tomar (R$ 2,80). Pena.

Endereço: Avenida Paulista, 2.073, Cerqueira César

[ Foto: Divulgação ]

Empanadas outubro 13, 2008

Posted by Renata do Amaral in Vila Madalena.
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empanadas

Já tinha ido ao Empanadas na primeira vez que vim a São Paulo, para almoçar. Dessa vez, voltei à noite e estava tranqüilo (dentro da escala “cheio é um saco, vazio é deprimente e traqüilo é bom”), apesar de dizerem que ele é bem lotado. Era segunda-feira.

As empanadas são ótimas e baratas – a pequena custa R$ 3 e a grande R$ 4. Comi uma grande de charque, uma pequena de roquefort e uma grande de romeu e julieta, mas claro que foi exagero. Pessoas normais devem se satisfazer com uma grande e uma pequena. Só que não tem doce pequena para sobremesa, fazer o quê, né? Fui obrigada a pedir uma grande para aplacar o desejo de glicose.

Só que aconteceu uma coisa muito chata lá, ainda mais para uma mesa só de meninas (fui com Catharina e amigas dela): ficamos na calçada e tivemos que ficar levantando o tempo todo para fugir das, ugh, baratas! Chamamos o garçom para nos acudir e o sábio, em vez de matar, achou de bom-tom assustar as asquerosas – que, por sua vez, acharam de bom-tom voar em nossa direção. Eca! Visita traumática.

Endereço: Rua Wisard, 489, Vila Madalena

[ Foto: Divulgação ]

Quintal do Bráz outubro 8, 2008

Posted by Renata do Amaral in Vila Mariana.
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Conhecia a pizzaria Bráz no papel, pois minha mãe deu para Eduardo um livro sobre ela anos atrás. A outra referência que tinha era que ela já foi escolhida a melhor pizza de São Paulo mil vezes pela Vejinha – não que isso importe muito, como sempre lembra Marcio Alemão, mas…

Fomos à irmã mais nova dela, o Quintal do Bráz, e ela realmente era tudo isso, sim. Começamos com uma entrada ótima, o pão de calabresa Tradição Bráz, uma fatia de pão artesanal feito com massa de pizza e lingüiça calabresa da casa. Aliás, tem algum valor a regrinha de sempre procurar provar o prato com o nome da casa – geralmente isso não é em vão!

Para acompanhar, Brahma Black. Não sou fã de chope – muito menos escuro, pois costuma ser muito doce – mas recomendo esse com todas as minhas forças. A espuma é tão cremosa que parece de café. Uma coisa linda!

A pizza grande pode vir dividida em três sabores. Há também o tamanho médio, mas acho que ninguém pede, pois a diferença de preço é ínfima (uma pizza grande de R$ 45 fica por uns R$ 40 na versão média). Pobre de quem vai comer lá sozinho!

Pedimos uma mistura de Bráz (com abobrinha refogada em alho e azeite de oliva, salpicada de muçarela – isso mesmo, muçarela, sem “sic” – e gratinada com parmesão ralado), Ricota Rústica (muçarela especial, ricota defumada apimentada e lingüiça artesanal moída) e Castelões (muçarela recoberta por calabresa artesanal fatiada). Todas ótimas, com massa fininha, mas sem ser mais crocante do que deveria.

Para fechar, porque é para isso que serve o segundo estômago destinado às sobremesas, brigadeiro na colher. O brigadeiro era um brigadeiro como todos os outros (e maravilhoso como só um brigadeiro pode ser), mas a colher era “a” colher. Tão gigante que acho que deveria ter meia lata de leite condensado ali. E não sobrou nada nela.

Endereço: Rua Gandavo, 447, Vila Mariana

[ Foto: Divulgação ]

AK Delicatessen outubro 7, 2008

Posted by Renata do Amaral in Higienópolis.
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Voltei ao AK, aonde já tinha ido durante a última Restaurant Week, para levar minha mãe. Resolvi não colocar refeições anteriores ao nascimento do blog, mas acho que vale a pena lembrar essa aqui.

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A entrada era philo strudel de queijo, uma trouxinha de massa folhada com fonduta de queijos do dia e farofa de hortelã em sopa fria de tomate. Não sei se me lembro de ter visto algo mais delicado na vida. O tomate era tão fresco que parecia algo como tirar da horta e morder na hora, sabe? É meio como uma memória ratatouilliana que nunca existiu, já que eu nunca tive horta na infância. :)

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Como prato principal, picadinho de vitela e páprica com spätzle da vovó, ovo pochê e chips de banana. A outra opção era vegetariana, mas escolhi a carne – eu que não como carne-tipo-bife, mas adoro carne-tipo-desfiada – já adivinhando que iria desmanchar na boca. Bingo! E a combinação era toda perfeita: o ovo de gema mole, a massa leve, a banana crocante. Para fechar, burekas de banana com sorvete de canela.

A segunda ida manteve o nível. Pedi pato confit ao fio de mel de romã com repolho roxo agridoce, figos grelhados e risoto de parmesão e pistache (R$ 51, mas acima da média de preço do cardápio). Adoro pato confit e mais ainda quando a carne fica tão macia que se desgruda do osso ao menor toque do garfo. Estava assim. (E eu não sou nenhuma Andréa Kauffman, mas também sei fazer confit com risoto e tenho provas disso!)

Na hora da sobremesa, o garçom ofereceu uma bela degustação com cinco tipos de doces (R$ 18). Pedimos também um pain perdu (*) – versão das fatias douradas ou rabanadas, se preferir a versão portuguesa, mas acho tão poético em francês! – de challah com frutas frescas assadas ao creme inglês (R$ 12). Tem a receita aqui. Mais que recomendada!

(*) Esse é também o nome de uma música do Cibo Matto, bandinha japonesa cujas músicas só falavam de comida. Aliás, minha irmã mais sabida me contou que o nome da banda quer dizer “comida doida” é italiano. Amostrinha com direito a clipe bem literal de Michel Gondry:

Endereço: Rua Mato Grosso, 450, Higienópolis

[ Fotos: Divulgação ]

Mary Pop outubro 6, 2008

Posted by Renata do Amaral in Campos Elíseos.
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marypopAgora há um restaurante novo perto do trabalho chamado Mary Pop (sim, inspirado na Mary Poppins mesmo). À noite, ele vira uma boate! É um quilo um pouco mais caro (R$ 24,90) que o Escadinha – acho que esse nem vale a pena mencionar – e com um ambiente mais agradável e espaçoso.

Esse aqui também não é nada de mais, mas em terra de cego vocês já sabem o que acontece. Há boa variedade de salada e as sobremesas são simples, mas acertadas. Rolam uns doces como ambrosia e arranja-marido de vez em quando. Ou será arruma-marido?

Endereço: Rua Barão de Campinas, 375, Campos Elíseos

[ Foto: Divulgação ]

Campos Elíseos outubro 3, 2008

Posted by Renata do Amaral in Campos Elíseos.
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Quando eu disse que ia trabalhar nos Campos Elíseos, meu sagaz pai disse: “Ah, nos Champs-Élysées?” Ô! É quase isso. :)

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Na hora do almoço, eu e meus amigos comemos em agradáveis cafés com mesinhas ao ar livre! Arrã.

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(E usamos essas roupas dos anos 70 para combinar com a música de Joe Dassin.)

Hum. Voltando à vida real: por aqui, é duro encontrar algum lugar para comer decentemente e meros quarteirões viram dezenas de quilômetros quando o tempo de almoço é curto e a preguiça é longa.

Na rua do trabalho, a uns três quarteirões, tem essa padaria simpática e homônima ao bairro. Há “de um tudo”: pratos, saladas, omeletes, massas, sanduíches, salgados, pizzas e até bufê de café da manhã nos fins de semana e feriados – mas quero passar longe dali nos sábados e domingos, claro!

Além de ser “longe”, a padoca é bem mais cara que a média da região, então vale prestar atenção ao cardápio. Um suco sai por uns R$ 4, mas é bom fazer justiça e avisar que ele vem naqueles copos gigantes de milk-shake. Pedi um sanduíche de pernil que, se não chegava aos pés de um clássico como o do Cervantes, também não fazia feio.

O cardápio traz até as calorias de alguns pratos ditos light, mas é preciso ter muita fé para achar que um pedação de torta de frango com catupiry acompanhada por batata frita e salada tem 220 calorias. A padaria tem delivery pelo site e por telefone. Na hora do rush, as filas podem ser bem grandes, mas o balcão acomoda quem não quer esperar por uma mesa.

Endereço: Alameda Barão de Limeira, 872, Campos Elíseos

[ Fotos: daqui, daqui e daqui ]