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Ici Bistrô dezembro 8, 2008

Posted by Renata do Amaral in Higienópolis.
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Minha ida ao Ici Bistrô foi um tanto traumática. Não pelo lugar em si, mas porque levei um superbolo de um entrevistado que eu queria muito conhecer. Cheguei às 13h em ponto e só decidi começar a comer lá pras 14h20. Só que a essa altura já estava totalmente sem clima, obviamente. Tanto que só pedi uma saladinha.

O couvert (R$ 8,90), que ficou todo esse tempo me esperando na mesa, era simples, com pães (ótimos), manteiga (hum, já é suficiente), pasta de berinjela (dona Helena faz melhor) e bolinhas de queijo de cabra (eu gosto). Meu prato foi uma salada de rúcula, agrião e pato (R$ 25), com minha ave favorita bem crocante e desfiada, mas um pouco carregada na gordura.

Pedi a sobremesa do dia: eclair de banana caramelada ao rum, sorvete amargo Magnum, chantilly e praliné de amêndoas (R$ 16). A descrição é bem mais saborosa que o resultado, meio sem graça. E meu humor não estava dos melhores. Nem fiquei irada, mas mais com pena de perder uma conversa que acho que seria ótima.

Endereço: Rua Pará, 36, Higienópolis

[ Foto: Divulgação ]

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AK Delicatessen outubro 7, 2008

Posted by Renata do Amaral in Higienópolis.
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Voltei ao AK, aonde já tinha ido durante a última Restaurant Week, para levar minha mãe. Resolvi não colocar refeições anteriores ao nascimento do blog, mas acho que vale a pena lembrar essa aqui.

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A entrada era philo strudel de queijo, uma trouxinha de massa folhada com fonduta de queijos do dia e farofa de hortelã em sopa fria de tomate. Não sei se me lembro de ter visto algo mais delicado na vida. O tomate era tão fresco que parecia algo como tirar da horta e morder na hora, sabe? É meio como uma memória ratatouilliana que nunca existiu, já que eu nunca tive horta na infância. :)

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Como prato principal, picadinho de vitela e páprica com spätzle da vovó, ovo pochê e chips de banana. A outra opção era vegetariana, mas escolhi a carne – eu que não como carne-tipo-bife, mas adoro carne-tipo-desfiada – já adivinhando que iria desmanchar na boca. Bingo! E a combinação era toda perfeita: o ovo de gema mole, a massa leve, a banana crocante. Para fechar, burekas de banana com sorvete de canela.

A segunda ida manteve o nível. Pedi pato confit ao fio de mel de romã com repolho roxo agridoce, figos grelhados e risoto de parmesão e pistache (R$ 51, mas acima da média de preço do cardápio). Adoro pato confit e mais ainda quando a carne fica tão macia que se desgruda do osso ao menor toque do garfo. Estava assim. (E eu não sou nenhuma Andréa Kauffman, mas também sei fazer confit com risoto e tenho provas disso!)

Na hora da sobremesa, o garçom ofereceu uma bela degustação com cinco tipos de doces (R$ 18). Pedimos também um pain perdu (*) – versão das fatias douradas ou rabanadas, se preferir a versão portuguesa, mas acho tão poético em francês! – de challah com frutas frescas assadas ao creme inglês (R$ 12). Tem a receita aqui. Mais que recomendada!

(*) Esse é também o nome de uma música do Cibo Matto, bandinha japonesa cujas músicas só falavam de comida. Aliás, minha irmã mais sabida me contou que o nome da banda quer dizer “comida doida” é italiano. Amostrinha com direito a clipe bem literal de Michel Gondry:

Endereço: Rua Mato Grosso, 450, Higienópolis

[ Fotos: Divulgação ]