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Aska Lamen setembro 30, 2009

Posted by Renata do Amaral in Liberdade.
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aska

comentei por aqui que eu queria muito conhecer o Aska, mas a vontade triplicou quando li o post do Que bicho me mordeu sobre a casa. As curiosas regras do local (nada de passar horas conversando se houver fila na porta!) mereceram tanta atenção quanto a comida, mas foi nela que pensei quando quase perdi meu vôo de volta para provar o famoso lamen de lá.

Como o blog havia advertido, tinha fila sim, de umas dez pessoas, mas andou rapidinho. Segui a dica de ficar no balcão para reparar na linha de produção da casa. Dá gosto de ver, com o perdão do trocadilho! A cozinha é grande, parece até maior que o salão, mas o pessoal trabalha harmonicamente, cada um fazendo sua parte.

Começamos, eu e o querido e quase-sumido James, com a porção de seis guiozás (R$ 8) com legumes. A massa é superfina e o recheio, bem temperadinho, excelente! A única bronca foi que chegou depois do lamen e ficamos comendo paralelamente. Achei que não ia agüentar tanta comida, mas isso nunca aconteceu antes na História desse país, né?

Fui no lamen com carne (R$ 13) e já achei bonito eles chamarem genericamente “carne” para “carne de porco”, provavelmente minha preferida. E essa estava uma beleza, com a camada de gordura dissolvendo na boca de tão macia, um pecado! Pena que só vem uma fatia fininha. Por mim, poderia vir com umas dez!

O caldo era de missô e vinha ainda com ovo de gema cremosa, nori (alga) e verdurinhas, além, claro, de um bocado de macarrão. Vale por uma refeição completa. E terminou que fomos bem tratados! O atendimento é meio agoniado, mas não chega a ser mal educado. Só não se espante se colocarem você para compartilhar mesa, se a fila estiver grande demais…

Endereço: Rua Galvao Bueno, 466, Liberdade

[ Foto: Que bicho me mordeu ]

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Gombe dezembro 9, 2008

Posted by Renata do Amaral in Liberdade.
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gombeA idéia inicial era ir ao Aska Lamen, por sugestão direta de Vanessa e indireta de Neide Rigo, cujo blog adoro. Só que Chico tinha combinado com uns amigos de ir ao Gombe, então eu e Bruna fomos junto.

O forte do local são as robatas, mas como eu estava com desejo de lamen, pedi um com peixe prensado, espinafre, ovo e porco (R$ 14). Muito bom. O resto do povo foi no teishoku, uma refeição completa com vários itens do cardápio.

Endereço: Rua Tomás Gonzaga, 22, Liberdade

[ Foto: Seu Restaurante ]

Chibina novembro 30, 2008

Posted by Renata do Amaral in Liberdade.
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chinesDomingo é dia de Liberdade. Seguimos a dica de Vanessa, que é da área, e fomos – nós duas, Chico, Natália e Ana Maria – para o Chibina. É bom ver como a cozinha chinesa é mesmo desconhecida para a gente – bom porque há tanto a descobrir!

Até publiquei um texto sobre cozinha chinesa este ano, mas baseada em pesquisa bibliográfica, por motivos óbvios. No Brasil, chinês é sinônimo somente de yakissoba, frango xadrez e rolinho primavera. Tudo gostoso, mas gorduroso e repetitivo.

Vanessa tinha feito a maior propaganda de como o lugar era legal e a comida, leve e diferente do que a gente estava acostumado a comer.

E ela não poderia estar mais certa. Pedimos massa branca com frutos do mar (R$ 9), lula com missô (R$ 12), pescada frita com gengibre (R$ 12), pato cozido (R$ 10) e risoto chop suey (R$ 8). O preço não está errado: deu R$ 60 para cinco pessoas. E acho que ela ainda errou na conta!

Não tínhamos nem como avisar, porque a dona não falava português. O cardápio era bilíngüe, mas era mais garantido pedir pelo número para não haver confusão. Pedir explicações sobre os pratos, claro, estava fora de cogitação.

Nem precisava: bastava sentir. A massa branca larga, talvez feita de arroz, era superleve. A lula chamou a atenção, além de pelo sabor, também pelo formato – em vez dos tradicionais anéis, era cortada ao comprido, mas não em tiras (eu realmente precisava de uma foto disso para explicar). Parecia um pouco uma flor. Apimentada, vinha com pimentão, salsão e… Carne moída! Causa estranheza para nós a mistura de mar e terra, mas funciona. A pescada frita também era ótima e vinha com fatias superfinas de carne. O pato, pelo qual tenho uma quedinha especial, estava uma delícia, mas bem trabalhoso: algumas partes tinham mais osso do que carne. Para beber, chá verde.

Algo que me impressionou foi a quantidade de opções do cardápio para uma casa tão pequena: além do número já grande de pratos que pedimos, havia mais dezenas de opções. A comida chegou à mesa rapidinho. O único senão é que o local pode ser levemente concorrido, ou seja, a dona pode não falar português, mas sabe gesticular para você ir embora!

O Chibina é tão simples que nem está no Google, mas juro que ele existe. Não sei se dá mais vontade de voltar ou de não voltar e procurar outros lugarezinhos como esse pelas redondezas!

Depois do verdadeiro banquete, ainda sobrou espaço para um pão chinês no vapor com recheio de feijão (R$ 4,30) na Itiriki. A massa parece crua quando você olha, mas é apenas macia na boca. Já o recheio de anko é velho conhecido das aulas de gastronomia.

Endereço: Avenida Galvão Bueno, 603, Liberdade

[ Foto meramente ilustrativa ]

Liberdade setembro 14, 2008

Posted by Renata do Amaral in Liberdade.
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O bairro da Liberdade concentra vários restaurantes japoneses, mas preferi ficar na feira da rua na minha primeira visita. Acontece aos domingos e é muito, muito, muito lotada, mas também divertida.

Na primeira barraquinha, pedi um harumaki (R$ 2,50), o mais que tradicional rolinho primavera. A diferença aqui fica por conta do molho de rabanete. Depois, em outra barraca, fui de bifum com frango xadrez. Nada muito fora do comum, só me chamou a atenção o fato de ter salsão, nunca tinha visto. O grande (R$ 10) dá para duas pessoas e o pequeno (R$ 8), bem, acho que pouca gente pede!

A sobremesa foi na Bakery Itiriki (sic), uma padaria levemente japonesa, mas com um monte de opções bem nacionais de tortas e doces. Escolhi um manju de nozes, com feijão, trigo e açúcar (R$ 3,50), bem denso e pouco doce, como costumam ser as sobremesas orientais. Por “denso”, leia-se “bate-entope”! Não estava ruim nem bom, ou seja, nada que justifique a cara de espanto que muita gente faz ao pensar em feijão e doce na mesma frase. O atendimento deixa a desejar e a fila estava enorme.

Endereço da feira: saída do metrô da Liberdade
Endereço da Bakery Itiriki: Rua dos Estudantes, 24, Liberdade

[ Foto: Brocco Lee (hahaha!) ]